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Três vezes João do Rio

João do Rio (1881-1921) não está mais exilado das livrarias. O leitor tem acesso agora a uma das suas principais coletâneas de textos jornalísticos 100 anos depois de sua primeira edição, Ci nematógrafo. Também acabam de sair João do Rio: antologia de contos, a misturar tradicionais e esquecidos, organizada por Orna Messin Levin, e o clássico A alma encantadora das ruas, em versão bilíngue português-inglês.


Uma dasprincipais figurasda Primeira República, o jornalista, escritor e dramaturgo João do Rio (Paulo Barreto), manteve a coluna de crônicas Cinematogra pho no jornal Gazeta de Notícias. Nela, trazia instantâneos do movimento da vida cotidiana, e, não à toa, ao nomeá-la, fazia o paralelo entre o cinema e o jornalismo moderno.

 
 
 

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